segunda-feira, 5 de novembro de 2012
4 dias!
Começou com o nervoso de uma estréia. Em seguida a excitação de fazer o que impulsiona o ato de levantar-se todos os dias. Primeira batalha ganha! Vieram os amigos, a noite e a bohemia. No segundo dia o nervoso em ver tanta gente. Os amigos lá novamente. Segunda batalha ganha! A praça, a noite e a bohemia. Um grito, e um susto na escada que demorou passar. Passou. Aí um menino lindo com nome de anjo ganhou destaque no lado esquerdo do peito. E o caminho de casa nunca foi tão divertido. O menino anjo corria, um outro menino que cantava, pulava atrás do menino que corria (nunca tinha visto este tão feliz) . Atrás dos dois uma menina que sorria. Um beijo. Você sente vontade às vezes de ser um só, sabe essa sensação? Um sussuro. Outro dia. Falta de tempo pra pegar toda a letra. O início de uma parceria musical. Um português charlatão. Desabou água e felicidade no melhor show da vida. Um filme ruim com uma idéia boa. O lado esquerdo do braço esquerdo fica dormente. Billie Holiday e um poema. Gemidos. Hora do show. A menina com nome de flor. Com tempo pra respirar, com tempo pra ser bem mais que dois. Ele entra rastejando pelo chão. O joelho dobra sem que se perceba quando ouve o sussurro obtuso. A flor grita a sua máscara, ópera, víbora. Equívoco. Batata-frita com feijão e gordurinha. O cinema tem uma preocupação com a imagem. Você tem um Blog?. Prima. Linda. Pressa. Sem ingresso. Muita volta na República e uma vontade do outro menino. Ele falou o que estava dentro. Foi como se ela descobrisse um tesouro que saia pela boca do menino. Ele não sabe disso. Marcelinho e os 50 tons de cinza. O barulho do perfuminho assusta as vezes. Sono. Poema. Fim.
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